31 de diciembre de 2009
8 de febrero de 2009
Minhas Férias com Madonna
Minha missão neste verão era ler os livros A minha vida com minha Mana Madonna e a biografia escrita pela Lucy O’Brien.
Todo mundo caiu de pau no mano por expor a chefonna e blah, blah, blah. Aprendi coisas muito importantes com a leitura. A mais importante delas é que nas quatro primeiras tours tem sempre um bailarino hétero, com o qual Madonna se refugia da gueizera das outras. O da Blond Ambition todo mundo sabe, pois aparece no documentário, o que me surpreendeu é que o bailarino hétero do Girlie Show é o chinês - Michael Gregory Gong (aquele de Fever). Huah!
O Chris termina um relacionamento de dez anos com um rapaz quando termina a parte euroéia do Girlie Show e cai nos braços afetuosos de um dos bailarinos. Só não diz quem é. Alguém arrisca? Eu chuto (com t e não com p) esse aqui ó.
Outra coisa muito importante e na mesma linha é que todos os bailarinos da Confessions são héterozézimos. E eu que pensei que tinha uma chance com o Cloud ou com aquele outro raspadinho que eu não sei o nome.
Coisas que eu aprendi nos dois livros: ninguém sabe a diferença entre Like a Virgin e Virgin Tour. A coitada da Lucy chega a afirmar coisas do tipo: na sua primeira turnê mundial Like a Virgin ... (mais adiante, na mesma página) ... O show Virgin Tour excursionou somente pelos Estados Unidos. Ou é mundial ou é nacional, ou é Like a Virgin Tour ou é Virgin Tour. Oh, my God! Questões que realmente impossibilitam o desfrute da leitura.
Os “biógrafos” brasileiros são criticados por causa da falta de noção, apenas juntam um monte de histórias sobre o biografado, em geral, já falecido. Agora, essa coisa de americano biógrafo que quer provar um ponto é muito chato.
A Lucyzinha volta e meia afirma que a Madonna fez isso por causa da mãe que morreu cedo. De Like a Prayer (o disco) até a crucificação em Live to tell na Confessions tudo é a mãe que morreu cedo demais.A mãe morreu... a Madonna mãe morreu... A mãe de Madonna, a Madonna sênior morreu... Que inferno!
Também segundo O’Brien, todos os maridos são brancos de classe alta, adoram armas e são briguentos, ainda homofóbicos. Tudo por causa dos irmãos mais velhos.Um deles aparece no Na Cama com Madonna.
Ah, falando nisso, o Chris desconstrói todo o Na Cama com Madonna. Tudo era falso e ensaiado. Ah, tah né! In Madonna We Trust.Só a cena com a amiga Moira é de verdade.
Acho que vou ter que ler uma coisinha melhor.
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Marcelo
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15 de enero de 2009
Miles Away

Lá vou eu, rumo ao sul do Rio Grande do Sul. Fim de semana com a mami e mana e a amiga... talvez alguns amigos que moram por lá.
Volto segunda pela manhã.
Até lá.
Buenas noches, Queridos Conejos.
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Marcelo
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26 de enero de 2008
Deep South American Way
Depois de uma temporada de sucesso no sul do sul, estamos de volta em cartaz para mais uma revigorada seqüência de posts.
Praia, vento, nordestão gritando, rever amigos queridos, matar um pouquinho das saudades, saber das fofocas, sítio no interior de Pelotas, lua cheia, comida boa e barata foram os ápices do fim de semana prolongadíssimo.
Muitos pontos fortes, mas e os fracos? Aquelas coisas de sempre... péssimo atendimento nos estabelecimentos litorâneos, má vontade, gente grossa e sem educação. Claro, em todo grupo de amiguxos sempre tem uma beeshinha mentirosa. Nesse caso, é até engraçada. As mentiras são do tipo: ai, eu fui eu que decorei o apartamento de Paris do meu ex. Ah tah, né!?
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Marcelo
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5 de enero de 2008
RE-New
Ando em dívida com essa página, eu bem sei....
Para iniciar o ano renovando velharias, aqui vai Dalida performatizando dois sucessos Madônnicos:
Rénguy Ãp
Daisco Ãnfernou
Só no sotaque, só na disco diva e só no cabelão, para desejar um feliz 2008!
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Marcelo
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29 de julio de 2007
Passe o dia com Doris Day
O primeiro é I’ll see you in my Dreams (Sonharei com você), no qual Doris Day faz o papel da dominadora, porém fofa, esposa e cérebro por trás da carreira e do homem Gus Kahn. Gus quéam? O Gustav Kahn é o letrista de standards do nível de It had to be you, Love me or leave me, Makin’ Whoopee, My baby just cares for me e Dream a little dream of me.
O filme, de 1951, foi dirigido pelo Michael Curtiz – aquele de Casablanca –, então espere muito da fotografia. Um luxo! A cena em que a vedete-gostosa canta Love me or leave me pelo telefone para a Doris Day é antológica.
Siga para Love me or leave me (Ama-me ou esquece-me), de 1955. Doris encarna outra pessoa da vida real, a cantora Ruth Etting. Com canções originais dos anos 1930 e duas novas, os destaques vão para a performance de 10 cents a dance e a canção-título. Imperdíveis! A heroína consegue ingressar na carreira de cantora com ajuda de um mafioso vivido por James Cagney (muito conhecido por mim pela introdução de White Heat da Madonna), e lutará para se livrar do seu jugo. Adoro a Doris furiosa da vida.
- Ai, Kirkininho, eu tenho medo do teu filho, Michael. Socorra!Finalize com Young man with a horn (Êxito fugaz), outro biopic, que conta a história do jovem homem com uma corneta (trompete) , que no caso é Bix Beiderbecke, e que no filme é denominado de Rick Martin.
Considerado a primeira grande produção sobre jazz, e um dos primeiros a tratar sobre a lesbicidade lésbica, o filme é do mesmo diretor de Casablanca (mais uma vez, o Michael Curtiz).
O filme ainda conta com o Kirk Delícia Douglas e a bi-lésbica no filme Lauren Bacall.
Além de todas as canções dos três filmes, note as fontes usadas nas aberturas. O passado é só um chiquê! E a Doris é fofa, mesmo furiosa.
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Marcelo
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