Lady Gagaúcha
Alguém aguenta mais uma versão de Bédi Roumency? Agora é a Porto Alegre é Demais, hino da primeira dama de Porto Alegre, Isabela Fogaça:
Alguém aguenta mais uma versão de Bédi Roumency? Agora é a Porto Alegre é Demais, hino da primeira dama de Porto Alegre, Isabela Fogaça:
Malgasto por
Marcelo
6
personas se agobiaron
Marcadores: Sem Marcador
Tem, mas acabou!
Não se fala mais em Maysa! Todos acham que eu falo demais...
Y Buenas Noches, Queridos Conejos
PS: Hoje recebi pelo correio a discografia da Maysa, que o maridinho mandou para levantar o meu mundo. Não era mais para falar nela. Huuuuu!
Malgasto por
Marcelo
1 personas se agobiaron
Marcadores: Sem Marcador
Here we go again... Léia, leia com calma e atenção... Take your time.
Como se não bastasse eu ter me metido com "a poderosa é você" das bloguices, o maridão foi se meter também. Explico.
Ticcia do Mme. Mean posta (posta com "p" não com "b"): "No primeiro capítulo da minisséria Maysa, pouco antes da cantora morrer num acidente de carro, ela conversa com seus pais e lhes diz que «não é computador, não gosta de ser programada». Só que a ação se passa em 1977, quando se computadores há, com certeza não há a familiaridade de se referir a eles nestes termos, usar «programa» como uma figura de linguagem corrente. Manoel Carlos é o roteirista e, como se pode ver, cometeu uma enorme gafe." Veja o original aqui.
O marido comentou, desde Pelotas - RS, o seguinte:"'2001: Uma Odisséia no Espaço', de Stanley Kubrick, é de 1968; "Os Jetsons" foram exibidos na TV Excelsior no Brasil pela primeira vez em 1962; o primeiro programa de computador foi escrito pela maravilhosa Ada Lovelace em 1842 ou 1843; a primeira referência a um autômato está na "Política", de Aristóteles, do século IV antes de Cristo.
Considerando a hipótese de que o Rio de Janeiro dos anos 1970 estivesse isolado do resto do mundo, a peça "Computa, Computador, Computa", de Millôr Fernandes, foi um dos espetáculos mais aplaudidos do ano de 1972, confirmando Fernanda Montenegro como uma das grandes damas do teatro nacional."
Ao que a Dona Patrícia, sempre muito sábia, retrucou: "Andrei, sei de tudo isso, obviamente que eu não teria escrito uma coisa dessas sem, pelo menos, dar uma googleada. Mas o fato é que tudo na minissérie até então (era o primeiro capítulo) desconecta totalmente Maysa de qualquer coisa que lembre tecnologia. Tanto é assim, que não foi só eu que tomei o susto. Acho que Manoel Carlos fez uma escolha muito infeliz quando colocou na boca de Maysa uma frase dessas, que soou inverossímil, ainda que pudesse até ter sido verdadeira. Não consigo engolir a referência daquela forma tão banal como foi feita, como se na peça ao lado estivesse um PC, como se a vida da família (inclusive dos pais dela, com os quais ela falava) programar um computador fosse algo que tivesse se tornado tão banal a ponto de se tornar figura corrente de linguagem, desnecessária qualquer outra referência, exatamente como se faz em 2008. Às vezes a realidade por si só não funciona bem, e acho que é o caso. Mas o post, como tudo aqui, reflete só e tão somente a minha opinião pessoal."
Andrei, incansável, incansinado* e insone, disse: "Pois é, mas eu não estava falando da realidade: estava falando da televisão.
Não acredito que eu estou defendendo o Manoel Carlos, que eu acho um brega abominável, mas A HUMANIDADE TINHA (ao que tudo indica) IDO À LUA há oito anos quando a pseudoMaysa do seriado falou em computadores, e a mesma humanidade essa tinha destruído Hiroshima há 32. Pense nas crianças, mudas telepáticas.
Turing, que inventou os kilobits e gigabytes que a gente compra hoje nas Lojas Colombo, tinha morrido de uma dose suicida de hormônios femininos há 23 homofóbicos anos quando Maysa se jogou da ponte.
Mas não vou ficar nas referências culturais obscuras (metade das quais, por sinal, não googlei, porque esta parte da história do mundo eu fui obrigado a estudar na faculdade -- a "Política" de Aristóteles caía numa prova do primeiro semestre do Direito da UFPel -- e a parte da Ada Lovelace eu sei porque ela é Diva).
Vamos ficar somente na parte Jetsons -- que o Jaime Monjardim assistiu quando era pequeno e que os amigos do Manoel Carlos na Herbert Richers traduziram e dublaram -- e nas referências pop da época.
As pessoas jovens adoram usar palavras difíceis para contradizer os pais, especialmente palavras modernas que eles imaginam que os pais não compreendem. Viu, até uma motivação psicológica há para o uso das palavras "computador" e "programa". É como se a Maria Rita dissesse para a Elis que ela achava ser um bebê de proveta.
E tecnologia sempre existiu, e a fascinação dos anos 1970 pelo moderno era MAIOR, e não menos atenuada, do que a nossa. Vide todos os grandes filmes e livros de ficção científica que surgiram na época.
Além do que, acho desonesto tu insinuares que eu inventei de te contradizer e daí fui para a Internet achar argumentos. Eu vou para a Internet achar argumentos seguido, é verdade -- mas em geral é contra as teorias que eu tenho, não as dos outros. Tenho uma tendência a nunca publicar uma coisa para a humanidade em geral, como diz a Ophélia do Sai de Baixo da Zorra Total, a menos que eu tenha certeza. Como aliás, todos deveriam fazer -- e uma coisa é ter opiniões sobre coisas relativas, ou que dependam de julgamento de valor -- essas sim, debatíveis -- outra coisa é dizer que alguém errou sobre fatos, e depois se refugiar no terreno da subjetividade."
Acabei de chegar de uma festinha com amigos, encontro essa página enviada pelo Andrei e a solicitação de ler o blog da Ticia e publicar a figura.
Explico 2. Na biografia de Maysa (vide citação abaixo) a própria afirma: "Acho que não sei ser programada como computador". Para ver melhor clique na figura para entender o contexto em que foi dito, bem parecido com o da série, em que a mãe de Maysa pede que a filha grave um novo disco e que se submeta aos desejos da indústria para ganhar um money.
Malgasto por
Marcelo
7
personas se agobiaron
Marcadores: Sem Marcador
Lá vou eu em mais um de meus impulsos sagitarianos.
Estou em choque, quer dizer, nem tanto assim. Da onde mais se espera é daí mesmo que a coisa vem, como não diz o ditado.
Estou dando uma ronda antes de dormir pelos blogs da vida e encontro um post (dentre muitos) sobre a cantora Maysa. Até aí nada de novo, né minha gente?!
A guria escreveu que a Maysa tinha tudo: era rica, ficou milionária, cantava divinamente e até deixaram ela gravar Convite para ouvir Maysa (sem foto na capa!), percorreu a Europa toda em lua de mel e teve filho (o responsável pela Juma). Mesmo com tudo isso, ela era deprê. A pessoa em questão se pergunta por qual motivo?
Não posso esCUlachar a dita, pois ela é muuuito amiga de um prezado amigo (sorry, dear), mas posso afirmar que a declaração demonstra o quanto essa bonita conhece a alma feminina (isso que me disseram que
O meu cunhado (sábio, profeta e filósofo) sempre diz que mulher gosta de dinheiro, quem gosta de homem é gay. Além da filosofia cunhadesca, tiro um ensinamento de vida (Segundos de Sabedoria): não clique no link se você já sabe que não vai gostar do que está te aguardando quando a página abrir.
Para ler o original, busque o post do dia 8 de janeiro aqui.
Malgasto por
Marcelo
4
personas se agobiaron
Marcadores: Sem Marcador
Já havíamos feito um contato com as lideranças da vila há duas semanas, fomos lá e conversamos bastante. Tanto os professores quanto os funcionários ficaram abismados com a situação em que essas pessoas “vivem” e com a clareza das idéias. Eles sabem que não vão ser incluídos na nossa sociedade, portanto querem melhorar a situação deles, criar uma identidade, fortalecer o orgulho de viver no Chocolatão.
Hoje, distribuímos sanduíches e suco logo que chegamos. Depois, uma das professoras ensinou algumas mulheres a fazer bijuterias com material reciclado. A brigada de incêndio deu dicas para evitar incêndios. Também distribuímos uma sacolinha com guloseimas para as crianças. Preparamos tudo isso na sexta, e vários alunos ajudaram. Foi muito bacana.
Essa colega, que aparece na foto acima, relatou que uma das crianças contou que não tinha mãe e que morava com os avós, chamou-a de princesa e que queria ter uma mãe tão linda quanto ela. Acho que todos ficaram com vontade de levar uma dessas crianças pra casa.
Malgasto por
Marcelo
3
personas se agobiaron
Marcadores: Sem Marcador
MALGASTO MI TALENTO DESTROZANDO A LOS DEMÁS
COPYRIGHT ((C)) EL COCO LOCO 2005-9