13 de enero de 2009

Where is the Schoolgirl that used to be me?

“Durante as filmagens, Natalie estava obcecada com uma canção obscura e melancólica gravada por Peggy Lee, chamada When the World Was Young, um lamento agridoce sobre a perda da juventude, que ela cantava constantemente. “A canção fazia-me recordar dela”, observa Jackie:



They call me coquette and mademoiselle

And I must admit I like it quite well

It's something to be the darling of all

Le grande femme fatale

The Belle of the Ball

There's nothing as gay as life in 'Paree'

There's no other person I'd rather be

I like what I do I like what I see.

But where is the schoolgirl that used to be me?


You'll see me at ... and Spain

I follow the sun by boat or by plane

It's any old millionaire in a storm

For I've got my mink to keep my heart warm

And sometimes I drink too much with the crowd

And sometimes I laugh a little too loud

My head may be aching bit it's unbowed

And sometimes I see it all through a cloud.


Ah, the apple tree.

And the hive of bees.

Where we once got stung

Summers at Bordeaux

Rowing the bateau

Where the willow hung

Just a dream ago

When the world was young.”



A citação é do livro Natasha – The Biography of Natalie Wood, escrita por Suzane Finstad, páginas 194 e 195. A tradução é minha.


Natalie Wood, então com 16 anos e tentando se livrar do rótulo de estrela juvenil de rabo de cavalo, consegue a duríssimas penas o papel de Judy em Juventude Transviada (Rebel Without a Cause). Natalie foi amante do diretor do filme, Nicholas Ray, e ficou extasiada por James Dean e o seu “método” de atuar. Mesmo que alguns mais conservadores não tenham gostado do romance de Natalie (16) com Ray (43), a própria Natalie havia sido atirada por sua mãe ao faminto Frank Sinatra, e costumava frequentar as festinhas de embalo do cantor.


Natalie Wood durante as gravações de Rebel termina com Ray na esperança de se tornar a namorada de James Dean. Jimmy estava totalmente destroçado pelo rompimento com a atriz Píer Angeli, proibida de continuar seu relacionamento com o rebelde por sua mãe (Foto de Angeli e Deano). Natalie tornou-se a amiga e confidente de Dean. Até agora um dos melhores capítulos da biografia.


Para ouvir a canção tema de Natalie durante o tempo de Juventude Transviada gravada por Peggy Lee em seu álbum clássico Black Coffee, baixe o álbum aqui.


6 comentarios:

Rody dijo...

Eu ia comentar nesse post. Mas, daí, vi o de baixo, e estou emocionado até agora... rs.

BHY dijo...

O black coffee da Peggy é diliça. Thanx babe blue. ;-)

Alexandre Lucas dijo...

Nostalgia???

Zeitgeist_Sylphide_Gamzatty dijo...

Natalie Wood, Judy Garland e Liz Taylor são divas. Em comum tiveram mães que gostavam desse sucesso, uma infância inexistente, homens chupins e pouquíssimos Homens de verdade. Sou fã de Natalie desde que assisti West Side Story. De Judy Garland em Mágico de Oz e Liz Taylor desde sempre...

Raí dijo...

Passou no GNT há algum tempo o documentário "O mistério de Natalie Wood", dramático. Vou baixar logo (gostei do sharebee). Bjs,

Raí dijo...

Mas não há ninguém como Louise Brooks.